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Quais são as lesões mais comuns no ambiente de trabalho?

Acredite, as lesões no ambiente de trabalho podem ser muito mais comuns do que você imagina! E isso está diretamente relacionado à atividade profissional exercida pelo trabalhador. Segundo dados do Ministério da Saúde e da Previdência Social o número de afastamentos no Brasil bate a casa de 700 mil por ano, o que coloca nosso País na 4ª posição do ranking anual mundial de nações com mais acidentes de trabalho. Inclusive, já abordamos esse tema aqui em nosso blog, com profundidade, lembra?

Mas, para saber quais são as lesões mais comuns no ambiente de trabalho, continue com a gente!

As lesões mais comuns. Segundo dados do Observatório de Segurança e Saúde do Trabalho, entre 2012 e 2018, as lesões corporais mais frequentes foram corte, laceração, ferida contusa e punctura, com 21% dos dados registrados. Fratura vem logo em seguida, com 17%. Contusão, esmagamento (superfície cutânea) ocupam a 3ª posição, com 16%. Em menor proporção, distorção e torção representam 8% dos casos.       

Quais as regiões do corpo mais afetadas?

OK, agora você já sabe quais são as lesões mais comuns que acontecem em indústrias, fábricas e empresas em geral. Mas, outra dúvida pode estar pairando em seus pensamentos: quais as regiões do corpo são mais afetadas pelos acidentes? Também temos essa resposta! Siga com a gente e confira logo abaixo:

Dedo, pé (exceto artelhos), mão (exceto punhos ou dedos), joelho, perna, articulação do tornozelo e antebraço representam 56% das lesões corporais.

O que provoca esses acidentes? Geralmente, os trabalhadores são afetados por esses acidentes em função do uso de máquinas e equipamentos nos locais de trabalho. Manuseio de produtos químicos, utilização de veículos de transportes, quedas e uso de ferramentas manuais são outros fatores bastante comuns. Tudo isso junto representa cerca de 80% do total de causas dos acidentes de trabalho registrados entre 2012 e 2018.

Como os trabalhadores podem se prevenir?

O uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é sem dúvida alguma, o primeiro passo para proporcionar mais segurança aos trabalhadores. Com esses equipamentos, o profissional tem muito mais proteção e confiança para exercer suas atividades laborais, aumentando a produtividade e garantindo tranquilidade ao empregador e ao próprio empregado.

Mas, é claro que para isso, é preciso também inserir no ambiente laboral uma cultura de Segurança do Trabalho, baseada em princípios, normas, procedimentos e treinamentos. Só assim é possível reduzir o índice de lesões e promover melhores e mais seguras condições para os trabalhadores.

Quer saber quais as melhores práticas para evitar acidentes de trabalho? Clique aqui!

Mas, afinal, como proteger os pés?

Conforme você leu acima, as estatísticas demonstram que os pés são pontos extremamente vulneráveis. E tudo começa pelo piso sobre o qual os trabalhadores se deslocam frequentemente, que pode apresentar irregularidades, além de ser liso, áspero ou escorregadio, e ainda conter perfurocortantes. Assim, é preciso optar por calçados que tenham solado adequado, de acordo com cada superfície, impedindo danos ao trabalhador.

Outro ponto crítico com relação à proteção dos pés é a biqueira dos calçados de segurança. Elas precisam ser resistentes e oferecer rigidez capaz de suportar elevadas cargas, mas, ao mesmo tempo, devem ser flexíveis para resistir a choques sem deformar-se.

Em dúvida sobre qual o calçado profissional ideal para o seu segmento? Descubra aqui o que melhor se encaixa às suas necessidades.

O que é acidente de trabalho?

O acidente de trabalho é definido pelo artigo 19 da Lei nº 8.213 de 1991, como toda lesão corporal ou perturbação causada pelo ato laborativo. A lesão pode ser permanente ou temporária e causar perda ou redução da capacidade para o trabalho. Em casos extremos, leva o profissional à morte.

Já quando o empregado se sente indisposto e tem um mal-estar de qualquer nível em seu ambiente profissional — pode ser desde um enjoo até uma parada cardíaca, por exemplo — não é considerado acidente de trabalho se a doença não estiver relacionada com a atividade profissional.

Gostou do artigo de hoje? Esperamos que sim!

Lembre-se! Aqui no Blog da Kadesh temos sempre artigos superinteressantes sobre segurança do trabalho, feitos especialmente para você. Contamos com sua visita 😉

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